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c'marie

Eu já tenho a minha obra de arte!
E espero que o mundo veja o seu talento :)
Visita o merc'art (Mercado da Ribeira, Lisboa), até dia 8 de dezembro!




Entrevista a Constança Bettencourt (c'marie)
http://www.maxima.pt/lifestyle/detalhe/mercart_a_primeira_galeria_suspensa_de_lisboa.html






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Uma reflexão que, espero, te sensibilize.

2 anos passaram rápido.  Nestes 2 anos tenho aprendido muito. A cada dia que passa sou sensibilizada com questões que outrora não me ocorriam, mas que me deixam perplexa. Como, algumas delas, nunca me passaram pela cabeça? Eu, que sempre fui muito de pensar na outra pessoa, naquilo que está a sentir. Ou pelo menos dou por mim a tentar, antes de tomar qualquer tipo de atitude ou julgamento. Não sou melhor pessoa que os outros, apenas sou, e quem me conhece sabe bem, uma pessoa que vive do que o coração lhe dita, afogada em sentimentos. E hoje o meu está com a pica toda para partilhar convosco esta reflexão. Vá lá, não se queixem que eu que não escrevo há muito tempo.  Muito se tem falado da liberdade que tínhamos e que o Covid-19 nos roubou.  O direito à nossa liberdade.  Direitos. Já pararam para pensar nos direitos das pessoas que têm uma deficiência? Cada vez mais acredito que esses direitos dependem muito de todos nós.  A forma como nos posicionamos perante a...

Reflexão da manhã

Hoje li um texto onde é referido que um bom copo de vinho pode ser um aliado quando algo corre mal. Uma forma de escape. Quando algo me incomoda, de alguma forma me deixa triste ou sem chão, dou por mim a por os phones para ouvir uma música que me tranquilize naquele momento. Nem sempre tenho um copo à disposição :)  É preciso descobrir o que nos ajuda a vir à tona. E a ti? O que te conforta? Bom dia! Ana Paula Ribeiro

Cartas que valem mais que qualquer palavra dita

Hoje apeteceu-me abrir um pequeno baú onde guardo as minhas recordações de sempre. Volta e meia sinto necessidade de o fazer. Está cheio de energias que me alimentam, através das cartas, postais, mimos, repletos de palavras daquelas que se registam num papel e que ficam para sempre. Hoje procurava por um envelope, já amarelecido, cuja letra redonda de menina doce, leva-me sempre a lembrar, aquela que viria ser a minha melhor amiga. Ao abri-lo, revi uma carta, escrita por ela, a 27 de Janeiro de 1990, às 23h05, com um texto de Ehrman Werner (julgo ser assim), texto este que a acompanhava nas alturas menos boas da vida e, como minha amiga que era já na altura, quis partilha-lo comigo. Dizia ainda na carta que eu, mesmo sem saber, seguia já os passos descritos pelo autor. Eu não sei se os seguia. Talvez a amizade que sentia por mim a fizesse ver-me com uns olhos diferentes e grandiosos. Sei sim, que muitas e muitas vezes li aquele texto e tentei segui-lo. Não foi fácil, não é fácil … faz ...