Há instantes que vivo contigo que me deixam a ensandecer.
Mas não me deixo levar pelo desvairo dos momentos em que te toco.
A ti que não sabes o que sinto.
Nesse momento doce e tranquilo, mas quase louco, agarro-me… calo o meu desejo. Fecho os olhos e sinto-te como se fosse uma última vez.
Se eu pudesse parar o tempo ...
Tanto fujo e estou cada vez mais presa a ti.
Quando vais, fica aquele gosto amargo.
De quem não fez o que sentia.
De quem não disse o que queria.
Ana Paula Ribeiro
Sempre me engasguei nas palavras faladas. Elas fogem para a ponta da caneta e escrevo. Aqui, neste cantinho e junto a ti, espero que possamos partilhar os nossos pensamentos e sensações, sem papel, sem caneta e ... sem voz.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Hoje é dia de
Não sou muito dada a esta coisa do "dia de..."... mas li algures que hoje é dia do amigo e sigo aqui, sentada no metro, ouvindo a minha música e mais uma vez as pessoas olhando cada uma para o seu telemóvel.
Resolvi escrever umas linhas sobre os meus amigos e sobre o que poderá ser isto de ser-se amigo.
Nunca fui muito boa naquilo que poderá ser o ideal para alimentar uma amizade. Não costumo telefonar, muitas vezes não fui ao tal café e durante estes anos que passaram foram muitos os contactos que perdi. Daqueles que gostaria de ter mantido e que acabei por perder o rasto, precisamente por esta ausência.
Será por preguiça, porque tenho muitas fases de solidão que me alimenta, por adversidades da vida e/ou sobretudo desorganização. Sou péssima a gerir o tempo.
Tenho noção desta minha dificuldade e tenho tentado melhorar, mas isto quando se é mais cota fica mais difícil.
No entanto quero deixar muito claro o seguinte: tenho amigos para a vida inteira com os quais não preciso falar todos os dias. Aliás, passam-se meses sem que falemos. No entanto, e digam lá outra vez que sou doida, o universo tem umas coisas deliciosas, e muitas vezes quando estou mais em baixo, lá recebo um telefonema ou um SMS inesperado que me põe um sorriso e me lembra que sou uma felizarda. Como o que acabo de receber agora e tive que parar de escrever esta nota para o ler :)
Com estes amigos tenho aprendido que amizade é isto. É estar lá até mesmo sem saber que somos necessários. Sem cobranças, nem caganças. Com a verdade, dizer o que sentimos e aquilo que somos. Sem medos.
Rir à gargalhada, chorar quando nos apetece sem ouvir dizer não chores.
Ficar sentado lado a lado sem ter que dizer uma única palavra. Só porque sim. Porque nos apetece.
Mesmo não sendo uma "alimentadora" perfeita das minhas amizades, tenho amigos assim.
Neste momento já vou noutra carruagem, em pé e tipo sardinha em lata ... e ao olhar em volta penso, quantos destes amigos aqui têm a mesma sorte que eu?
Ana Paula Ribeiro
Resolvi escrever umas linhas sobre os meus amigos e sobre o que poderá ser isto de ser-se amigo.
Nunca fui muito boa naquilo que poderá ser o ideal para alimentar uma amizade. Não costumo telefonar, muitas vezes não fui ao tal café e durante estes anos que passaram foram muitos os contactos que perdi. Daqueles que gostaria de ter mantido e que acabei por perder o rasto, precisamente por esta ausência.
Será por preguiça, porque tenho muitas fases de solidão que me alimenta, por adversidades da vida e/ou sobretudo desorganização. Sou péssima a gerir o tempo.
Tenho noção desta minha dificuldade e tenho tentado melhorar, mas isto quando se é mais cota fica mais difícil.
No entanto quero deixar muito claro o seguinte: tenho amigos para a vida inteira com os quais não preciso falar todos os dias. Aliás, passam-se meses sem que falemos. No entanto, e digam lá outra vez que sou doida, o universo tem umas coisas deliciosas, e muitas vezes quando estou mais em baixo, lá recebo um telefonema ou um SMS inesperado que me põe um sorriso e me lembra que sou uma felizarda. Como o que acabo de receber agora e tive que parar de escrever esta nota para o ler :)
Com estes amigos tenho aprendido que amizade é isto. É estar lá até mesmo sem saber que somos necessários. Sem cobranças, nem caganças. Com a verdade, dizer o que sentimos e aquilo que somos. Sem medos.
Rir à gargalhada, chorar quando nos apetece sem ouvir dizer não chores.
Ficar sentado lado a lado sem ter que dizer uma única palavra. Só porque sim. Porque nos apetece.
Mesmo não sendo uma "alimentadora" perfeita das minhas amizades, tenho amigos assim.
Neste momento já vou noutra carruagem, em pé e tipo sardinha em lata ... e ao olhar em volta penso, quantos destes amigos aqui têm a mesma sorte que eu?
Ana Paula Ribeiro
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Coragem
Por vezes a nossa bagagem tem recordações que nos tolhem os passos...
O que de menos bom vivemos (para não dizer mau) não nos deixa voar, porque o receio de cair de novo em queda livre é tremendo.
Ana Paula Ribeiro
O que de menos bom vivemos (para não dizer mau) não nos deixa voar, porque o receio de cair de novo em queda livre é tremendo.
Ana Paula Ribeiro
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Para ti que ainda não sei quem és...
Não te conheço.
Não sei teu rosto.
Sei que estou apaixonada por ti.
Que me fazes feliz em momentos pincelados de prazer.
Vou sentindo o cheiro e o toque da tua pele, sem sequer saber quem és.
Sigo todos os dias nos meus passos que me levam de encontro a ti.
A estrada que desenho é única. Pode ter várias encruzilhadas, mas a direção que tomo é sempre a mesma,
a que me leva até ti…
Até um dia, paixão…
Ana Paula Ribeiro
Não sei teu rosto.
Sei que estou apaixonada por ti.
Que me fazes feliz em momentos pincelados de prazer.
Vou sentindo o cheiro e o toque da tua pele, sem sequer saber quem és.
Sigo todos os dias nos meus passos que me levam de encontro a ti.
A estrada que desenho é única. Pode ter várias encruzilhadas, mas a direção que tomo é sempre a mesma,
a que me leva até ti…
Até um dia, paixão…
Ana Paula Ribeiro
sábado, 21 de janeiro de 2017
Esta noite estou como a Simone...
Conheço teu beijo, mas não sei teu rosto...
Quem será que me chega
Na toca da noite
Vem nos braços de um sonho
Que eu não desvendei
Eu conheço o teu beijo,
Mas não vejo o teu rosto.
Quem será que eu amo
E ainda não encontrei
Que sorriso aberto
Ou olhar tão profundo.
Que disfarce será que usa
Pro resto do mundo.
Onde será que você mora
Em que língua me chama
Em que cena da vida
Haverá de comigo cruzar
Que saudade é essa
Do amor que eu não tive
Por que é que te sinto se nunca te vi
Será que são lembranças
De um tempo esquecido
Ou serão previsões
De te ver por aqui... então vem!
Me desvenda esse amor
Que me faz renascer.
Faz do sonho algo lindo
Que me faça viver.
Diz se fiz com os céus algum trato
Esclarece esse fato
E me faz compreender.
Esse beijo, esse abraço na imaginação
E descobre o que guardo pra ti
No meu coração
Mas deixa eu sonhar, deixa eu te ver.
Vem e me diz: quem é você
... https://www.youtube.com/watch?v=I9Hw9h1S0lY
Quem será que me chega
Na toca da noite
Vem nos braços de um sonho
Que eu não desvendei
Eu conheço o teu beijo,
Mas não vejo o teu rosto.
Quem será que eu amo
E ainda não encontrei
Que sorriso aberto
Ou olhar tão profundo.
Que disfarce será que usa
Pro resto do mundo.
Onde será que você mora
Em que língua me chama
Em que cena da vida
Haverá de comigo cruzar
Que saudade é essa
Do amor que eu não tive
Por que é que te sinto se nunca te vi
Será que são lembranças
De um tempo esquecido
Ou serão previsões
De te ver por aqui... então vem!
Me desvenda esse amor
Que me faz renascer.
Faz do sonho algo lindo
Que me faça viver.
Diz se fiz com os céus algum trato
Esclarece esse fato
E me faz compreender.
Esse beijo, esse abraço na imaginação
E descobre o que guardo pra ti
No meu coração
Mas deixa eu sonhar, deixa eu te ver.
Vem e me diz: quem é você
... https://www.youtube.com/watch?v=I9Hw9h1S0lY
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Adeus ano velho. Feliz ano novo!
2016
está a terminar … já cheira a fogo de artifício, a festa, a abraços e para
muitos a lágrimas.
Supostamente
estamos naquela altura do ano que nos leva a refletir sobre o que vivemos nesse
ano e a vida toda até então.
Sinceramente
nunca tinha sentido tanto a necessidade de o fazer, talvez para evitar a
confrontação com a realidade que vivia, não sei bem.
Porém
este ano sinto-me diferente. E talvez porque nunca me dá o sono e contar
carneiros já não me ajuda nas minhas insónias, sobrou o refletir sobre o que
foi o meu 2016.
Foi
um ano de mudanças bruscas. Um ano de saudosismo, ruturas e de dor. Muita dor.
Não pelo ano em si, mas por ser o reflexo de tantos anos passados deixarem de
fazer sentido em algumas nuances. A nível pessoal, mas também profissional. Foi aquilo a que se chama bater no fundo.
Confesso
que muitas vezes nestes anos e sobretudo nos primeiros meses deste, não
consegui perceber "ca" raio fazia cá e senti muitas vezes não fazer falta a
ninguém. E se há sensação que adoro e que me alimenta é sentir que posso
preencher e alegrar o dia de alguém, um pouquinho que seja, com a minha
presença.
Não
me interpretem mal, sei perfeitamente que tenho 2 filhos lindos, que amo
incondicionalmente, seres humanos maravilhosos. Foi muitas vezes a pensar neles
que me mantive à tona.
Os
meus pais e os meus manos foram também eles sem saber, os meus pilares muitas
vezes. Porque o amor que sinto por eles e a força que têm para viver mesmo depois de tudo o que passaram na vida, fez-me querer ficar deste lado.
Por
outro lado, o inscrever-me na Universidade Aberta em 2012 foi uma força que
veio não sei de onde e a melhor coisa que me podia ter acontecido naquela
altura. Permitiu-me abrir as cortinas que teimavam fechar. Cresci enquanto pessoa. Conheci pessoas maravilhosas
e que mesmo sem fazerem ideia do que eu passava, foram a minha fonte de
energia, juntamente com a minha família.
A
mudança deste ano. Brusca. Não fui eu quem a provocou. Devo-a a alguém. Mais
corajoso que eu? Agora vejo que sim. Agradeço a sua coragem. E terminar o ano
sem mágoa é a maior alegria que sinto neste momento.
Mas
2016 não foi só rutura e dor. Transformou-se num ano de descoberta. Tem sido
uma descoberta do eu e das rugas que me suportam. Descobrir que ainda tenho
tanto para viver e sobretudo para dar! Que bom! É isto que eu sou, uma dada! 😍
Obviamente
não posso deixar de falar em ti. Apareceste inesperadamente e despertaste em
mim emoções que me encheram o coração e me fizeram feliz.
És
um ser humano muito especial com Valores que andam esquecidos neste mundo que é
tão bonito de se viver, mas que há pessoas que teimam em fazê-lo da treta.
Gosto
muito de tu :)
Li
algures hoje que a palavra emoção tem a sua origem no verbo latim emovere que
significa mover.
Sendo
assim para 2017 desejo a todos que se deixem "emovere”.
MOVAM-SE
pelo amor da Santa! EMOCIONEM-SE!
Só
assim faz sentido viver :)
Ana Paula Ribeiro
Ana Paula Ribeiro
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
O poeta Raul Minh'alma colocou ontem uma questão na sua página do facebook: É possível amar alguém por quem nunca nos tenhamos apaixonado?
Deixo-vos a minha opinião
Acredito que seja possível entre duas pessoas que se conhecem, dois amigos por exemplo. Aqueles amigos que fazem muitas coisas juntos, que desabafam, que riem, choram e estão sempre lá e pensam muito um no outro, podem começar a sentir outro sentimento que não a amizade inicial. Vem aquele amor calmo e sereno, mas que também pode dar borboletas no estômago quando assumem o sentimento novo e se deixam levar. E desejo que sim! Porque essa sensação é tão boa 💗
E vocês? como responderiam ao poeta?
Raul Minh'alma
https://www.facebook.com/raulminhalma/
Instagram: @raulminhalma
Snapchat: raulminhalma
Ana Paula Ribeiro
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
É tão simples
Sentada no metro observando.
Olhares perdidos nos telemóveis, nas janelas que dão para o escuro de um túnel que os leva sempre para os mesmos caminhos.
De repente, olhares que se cruzam.
Um impasse.
Os olhos já trocam sorrisos, mas os lábios teimam em manter aquele traço rígido, de quem se viciou em mostrar desapego por quem segue no banco da frente.
Até que um sorriso teimoso surge e, naquele instante, duas almas seguem muito mais felizes num caminho que de repente ficou mais claro.
É tão simples :)
Ana Paula Ribeiro
Olhares perdidos nos telemóveis, nas janelas que dão para o escuro de um túnel que os leva sempre para os mesmos caminhos.
De repente, olhares que se cruzam.
Um impasse.
Os olhos já trocam sorrisos, mas os lábios teimam em manter aquele traço rígido, de quem se viciou em mostrar desapego por quem segue no banco da frente.
Até que um sorriso teimoso surge e, naquele instante, duas almas seguem muito mais felizes num caminho que de repente ficou mais claro.
É tão simples :)
Ana Paula Ribeiro
terça-feira, 22 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
Desabafo numa tarde de chuva
Às vezes penso que não sou deste mundo. Que devo ter caído de uma qualquer nave espacial. Acreditar nas pessoas e no amor que podem sentir pelo outro parece que soa a ridículo aos olhos de por quem cá vive… digam-me vocês o que acham?
No outro dia em conversa num grupo de amigos ouvi uma das pessoas dizer que aos 40 já não há aquela coisa de se estar apaixonado. De nos deixarmos ir por sensações ou sentimentos ridículos da juventude.
Deve ser uma das maiores parvoíces que ouvi e naquele momento calada pensei… que ridícula me pareces tu. Ridícula e triste.
Dizia ainda que as pessoas a partir de uma certa idade deixam-se ficar com aquela pessoa porque se sentem acompanhadas e por medo da solidão. Por sentir que falharam e precisam de alguma forma provar aos outros e a si que são capazes de ter um relacionamento.
Pensei… sim, de certo acontece com muitas pessoas, mas não tem que ser assim.
Estar com alguém porque o medo de ficar sozinho é superior à sensação vazia de não ter aquela pessoa que nos preenche, é o pior que pode acontecer. A ti e a quem está contigo.
A vida deve ser vivida em pleno e não por arrasto. Tens esse direito e a pessoa que contigo está também o tem.
Estar sozinho pode ser a melhor forma de te encontrares. Talvez seja o que te faz mais falta. Não é teres alguém. É saberes viver contigo e gozares o bom que a vida tem para oferecer. É te apaixonares por ti.
E, se por um acaso, te cruzares com alguém que te faça sentir aquelas emoções ridículas que a minha amiga referiu naquele dia, lembra-te do que eu digo, não fujas e não as escondas.
São as melhores sensações do mundo!
Estarei errada?
Ana Paula Ribeiro
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
c'marie
Eu já tenho a minha obra de arte!
E espero que o mundo veja o seu talento :)
Visita o merc'art (Mercado da Ribeira, Lisboa), até dia 8 de dezembro!
Entrevista a Constança Bettencourt (c'marie)
http://www.maxima.pt/lifestyle/detalhe/mercart_a_primeira_galeria_suspensa_de_lisboa.html
E espero que o mundo veja o seu talento :)
Visita o merc'art (Mercado da Ribeira, Lisboa), até dia 8 de dezembro!
Entrevista a Constança Bettencourt (c'marie)
http://www.maxima.pt/lifestyle/detalhe/mercart_a_primeira_galeria_suspensa_de_lisboa.html
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Aos professores
Eu não sou professora. Mas tenho muito orgulho em vários professores que tive.
Mais do que uma profissão, o ser-se professor deve ser encarado como um modo de vida.
A profissão com a maior das responsabilidades já que a partir dos seus ensinamentos são formados profissionais como por exemplo aqueles que nos salvam a vida ou nos regulamentam as leis, entre tantos outros fundamentais à nossa existência.
Um professor deixa marcas na nossa vida e interfere na formação do nosso carácter.
Deveria ser mais respeitado.
Não sou professora mas tenho muito orgulho em ti, que és!
Ana Paula Ribeiro
Ana Paula Ribeiro
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Reflexão da manhã
Hoje li um texto onde é referido que um bom copo de vinho pode ser um aliado quando algo corre mal. Uma forma de escape.
Quando algo me incomoda, de alguma forma me deixa triste ou sem chão, dou por mim a por os phones para ouvir uma música que me tranquilize naquele momento.
Nem sempre tenho um copo à disposição :)
É preciso descobrir o que nos ajuda a vir à tona. E a ti? O que te conforta?
Bom dia!
Ana Paula Ribeiro
Ana Paula Ribeiro
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Reflexão de hoje
"Tudo o que era ficou suspenso no silêncio de um pretérito demasiado imperfeito. "
E depois, quando pensas que já ultrapassaste, um instante apenas faz com que na tua boca venha de imediato o sabor amargo dessa imperfeição.
Não aprendi ainda a lidar com determinadas situações ou atitudes.
A arrogância é uma delas. Faz-me sofrer.
Imaturidade? Talvez.
Mas na realidade não sei se quero aprender.
Continuo a preferir seguir o meu caminho na direcção oposta.
Bom dia!
Ana Paula Ribeiro
Ana Paula Ribeiro
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Reflexão do dia
As vezes a bagagem tem recordações que nos tolhem as asas. O que de menos bom vivemos (para não dizer mau) não nos deixa voar, porque o receio de cair de novo em queda livre é tremendo.
Bom dia!
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Praxe
"We are here to laugh at the odds and live our lives so well that death will tremble to take us." (Charles Bukowski)
"Andamos por cá para rir das probabilidades e viver nossas vidas tão bem que a morte vai hesitar em nos levar."
Porque a Praxe deve ser orientada SEMPRE para a essência que lhe é inerente: a integração do aluno.
Voltei a ser Praxada como caloira infiltrada.
Voltaria a sê-lo porque na minha Universidade, a verdadeira grandeza está na valorização da camaradagem, do apoio que se dá ao colega, na amizade e sobretudo no respeito ao colega enquanto indivíduo. Aos verdadeiros caloiros as minhas desculpas pelo sofrimento atroz que passaram por minhas caloirices ... é que sabem ... sou caloira e não penso :P
domingo, 9 de outubro de 2016
Traição não é um erro, é uma escolha
Não concordo muito com isto.
Por vezes poderá nem ser uma escolha. Não sei ...
Nunca digo desta água não beberei. Mas tenho a certeza de que se me acontecesse uma coisa dessas, falaria com a pessoa traída. Não só porque por egoísmo, pensarão alguns, precisava ter a consciência limpa, como pelo respeito que essa outra pessoa merece em saber a verdade.
E, por outro lado, só isso peço também.
Que me respeitem e me deixem decidir se dói ou não saber a verdade e o que fazer com ela
Por vezes poderá nem ser uma escolha. Não sei ...
Nunca digo desta água não beberei. Mas tenho a certeza de que se me acontecesse uma coisa dessas, falaria com a pessoa traída. Não só porque por egoísmo, pensarão alguns, precisava ter a consciência limpa, como pelo respeito que essa outra pessoa merece em saber a verdade.
E, por outro lado, só isso peço também.
Que me respeitem e me deixem decidir se dói ou não saber a verdade e o que fazer com ela
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Nunca me identifiquei tanto com um texto...
...e acrescento, sem nunca pensar vir a dizer isto: obrigada por me teres deixado...
“É claro que senti saudades tuas. Sentia saudades tuas quando acordava e troquei muitas horas de sono por uma perseguição infernal às tuas redes sociais, só para te ver e saber que estavas bem.
É claro que sentia amor enquanto chorava agarrada à almofada e procurava maneiras de te fazer voltar à minha vida. É claro que senti que ia morrer. E morri. Morri no dia em que me deixaste.
(…) Deixei-me cair, não tive forças para te seguir. (…) Deixaste-me presa num buraco do qual não conseguia sair, sabes? (…)
É claro que a tua ausência me doía todos os dias (…).
Como conseguiste seguir a tua vida se eu não conseguia sequer seguir a minha respiração? (…) Vivi para ti e para as saudades que sentia, vivia para ti e para a dor que sentia. (…).
Vivi para ti até que percebi que não havia ninguém a viver por mim.
Decidi ser feliz, e sou. Achas que não custou o percurso até aqui?
Acredita que morri pelo menos dez vezes no caminho.
Mas aprendi que o melhor da morte é renascer, (…).
Não é errado morrer, foi errado morrer por ti.
A tua vida continuou e a minha também. (…)
As saudades foram muitas, sabes? Mas percebi que não sentia saudades de ti, mas sim de mim!
Por isso mudei a minha vida e deixei a dor de parte, fui à minha procura e quando me encontrei: foi o melhor momento de sempre.
Também mereço ser feliz, desculpa!
De todas as vidas, escolho esta: sem ti, mas comigo!”
Frases extraídas de http://www.ela-e-ele.com/tambem-mereco-feliz-desculpa/
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Saudade
Sempre pensei na saudade como algo que provoca dor
Um sentimento que corta,
que faz o peito respirar por si só
em movimentos descontrolados,
numa tentativa desgovernada de aconchegar o coração.
Até que te conheci
A saudade que aperta no momento em que te vejo partir
A saudade que me consome em cada passo que dou ao vir-me embora
Não é dor
Não me corta
Faz-me sentir viva
Alimenta-me
Engrandece-me
Sou melhor por te ter conhecido.
Contigo sou uma pessoa mais bonita.
Ana Paula Ribeiro
Um sentimento que corta,
que faz o peito respirar por si só
em movimentos descontrolados,
numa tentativa desgovernada de aconchegar o coração.
Até que te conheci
A saudade que aperta no momento em que te vejo partir
A saudade que me consome em cada passo que dou ao vir-me embora
Não é dor
Não me corta
Faz-me sentir viva
Alimenta-me
Engrandece-me
Sou melhor por te ter conhecido.
Contigo sou uma pessoa mais bonita.
Ana Paula Ribeiro
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Paizão ACABEI! :D
Não posso deixar de partilhar o meu sentir com todos aqueles que me acompanharam nesta caminhada.
Não vou falar das dificuldades que tive durante este percurso. Nãããã …
Quero sim, partilhar convosco a alegria e a gratidão que sinto!
Passaram 3 anos a voar!
Os meus homens e a minha mãezinha que estão sempre lá, sabem que são o mais importante da minha vida. Mesmo na ausência, eles estão cá no coração. E espero que os meus meninos percebam que É POSSÍVEL quando se quer muito.
À família, amigos, colegas da secundária, colegas de trabalho, amigos facebocanos que sempre me incentivaram a cada passinho que dava, o meu MUITO obrigada! Sabia sempre bem sentir o vosso carinho
A TODOS vós colegas “uabianos”, só tenho a agradecer o companheirismo e o apoio.
Foram o meu alicerce. Sem vocês, num ensino como este em que a solidão é um obstáculo, teria desistido.
Não posso deixar de referir um nome especial. Quando me dizem “Paula, tu mereces! Estás sempre pronta a ajudar todos os colegas!” Só me vem à memória o Antonio Jose Cabrita. Ainda nem tinha iniciado o ano letivo e já tinha o seu carinho e todo o seu apoio e foi com ele que aprendi que este tipo de ensino pode não ser solitário! Obrigada padrinho!!!!!!
Em especial, dos meus padrinhos de Praxe e de curso … quero um abraço apertado!
Podia referir mais alguns nomes em particular. Aqueles que levaram mesmo comigo mais de perto … coitados! Mas eles sabem bem quem são ;)
Aos colegas que ainda não conseguiram terminar, deixo o meu carinho. Pensem que já só falta um danoninho. Está quase! Força! Eu estarei sempre disponível, para ajudar no estudo, para rir ou desabafar, para um cafezinho virtual ou pessoal :D
Aos que vão iniciar agora, peço-vos: não se isolem! Sempre que puderem, estejam nos eventos! Formem grupos de estudo pois assim sentir-se-ão mais acompanhados! Se tiverem vergonha aproximem-se de um colega. Será o primeiro passo. Pode ser de mim :P
Não posso deixar de partilhar esta minha alegria com os meus professores. Nem todos terão acesso a esta mensagem, mas a eles também devo de alguma forma, o meu sucesso. Professores como Ana Novo, Pedro Abrantes, Amílcar Martins, Ana Vasconcelos, Filomena Andrade, Paulo Silva, Paula Coelho, Pedro Serrano, Jose Bidarra, Glória Bastos, Mário Negas fazem toda a diferença!
Não referi o nome de um professor propositadamente. Este será sempre um amigo especial. Professor Carlos Castilho Pais MUITO OBRIGADA por toda a sua dedicação para com os alunos. Muito obrigada pela sua preocupação em criar laços que nos unem.
Finalmente a Universidade que me permitiu chegar até aqui. A Universidade Aberta (UAb). Esta é a Universidade que te permite cumprir o teu sonho. O teu objetivo académico. Crescer como profissional, como cidadão, mas sobretudo enquanto pessoa.
Se estás aí com dúvidas, faz como eu. Arrisca!
Vale mesmo a pena!
Paizão conclui a licenciatura!!
Estou feliz.
Sou uma pessoa mais sábia (deve ser por isso que estou mais gordinha também :P ), mas sobretudo, sou uma pessoa mais rica de Valores humanos e que leva consigo amigos para a vida.
Beijinhos e abracinhos!
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